“Retratos da confusão”: fotos assustadoras de pacientes tratados no hospital psiquiátrico mais famoso da Grã-Bretanha no século 19

Fotografias assustadoras mostram pessoas que frequentaram o infame Bethlem Royal Hospital, onde os pacientes foram 'tratados' sendo girados em cadeiras na frente de clientes pagantes. A maioria dos pacientes do asilo de Londres, mais conhecido como Bedlam, foi diagnosticada com mania aguda e alguns chegaram depois de matar pessoas.

h / t: vintag.es





Retrato de doble exposición de los 80

Esta paciente não identificada foi admitida no hospital em meados do século 19 após o diagnóstico de mania aguda.

O Bethlem Royal Hospital foi a primeira instituição de saúde mental a ser criada na Europa. E desde a sua fundação em 1247, tem sido o tema de inúmeros livros e filmes de terror.



William Thomas Green, admitido em 1857, foi diagnosticado com mania aguda.

Um dos tratamentos angustiantes inventados por Erasmus Darwin - avô de Charles - era chamado de terapia rotacional e envolvia colocar um paciente em uma cadeira suspensa no ar que era girada por horas.

Esther Hannah Still, internada em 1858 e diagnosticada com mania crônica e delírios.



O fotógrafo Henry Heiring tirou esses retratos de pacientes do século 19 para ver se seus rostos mostravam evidências de suas doenças.

Eliza Josolyne, admitida em 1856, foi diagnosticada com melancolia aguda.

O capitão George Johnston foi acusado de homicídio e cumpriu pena em Bedlam em 1846 após ser diagnosticado com mania.

Eliza Camplin foi internada em 1857 após ser diagnosticada com mania aguda.

Um segundo retrato de Eliza Camplin, que recebeu 'tratamento' nas instalações.

Membros do público poderiam pagar para dar uma olhada dentro de Bedlam e ficar boquiabertos com os pacientes, como esta mulher não identificada.

Esta paciente não identificada foi uma das almas infelizes que foi encarcerada no hospital infernal em meados do século XIX.

John Bailey e seu filho Thomas, ambos internados em 1858 com melancolia aguda.

Outra paciente não identificada conseguiu esboçar um sorriso ao ser fotografada por Henry Hering em meados do século XIX.

O famoso artista Richard Dadd foi admitido em Bethlem depois de ser acusado de matar seu pai, que ele acreditava ser o Diabo.

Sarah Gardner, uma empregada doméstica de 26 anos, foi admitida em Bethlem em 1857 após um diagnóstico de 'grande depressão mental'.

Fanny Barrett foi internada em 1858 e diagnosticada com mania intermitente.

Eliza Griffin enfrentou a mesma situação de Harriet, já que também foi morada em Bethlem depois de ser diagnosticada com mania aguda em 1855.

Harriet Jordan foi internada em 1858 após ser diagnosticada com mania aguda.

Este retrato em movimento de um paciente não identificado realmente captura uma sensação de vulnerabilidade.

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